THE BLOGGER
Blog do Luis Hipolito
Thursday, November 26
Sony Ericsson descobre problemas de software em mais um celular
ESTOCOLMO (Reuters) - A Sony Ericsson informou nesta quinta-feira que um segundo de seus novos smartphones, que são cruciais para sua estratégia de retornar à lucratividade no ano que vem, apresentou problemas de software na Grã-Bretanha.
Um porta-voz da quarta maior fabricante de celulares do mundo afirmou que vários usuários do novo smartphone Aino, parte da linha de Natal da empresa, tiveram problemas com a tela sensível a toque do aparelho.
"Obviamente, estamos trabalhando o mais rápido possível para resolver (o problema)", disse o porta-voz da Sony Ericsson Mattias Holm.
"O Aino foi vendido em edição limitada no Reino Unido, então o problema afeta apenas um número muito pequeno de consumidores".
No começo da semana, a britânica Carphone Warehouse, maior varejista de aparelhos celular da Europa, retirou temporariamente das prateleiras o modelo Satio, lançado recentemente pela Sony Ericsson, também devido a um problema de software no smartphone.
Outra varejista britânica, a Phones 4U, seguiu o exemplo e fez o mesmo.
O porta-voz da Sony Ericsson afirmou que os problemas afetaram apenas um pequeno número de consumidores na Grã-Bretanha e não causou danos à imagem da marca.
REUTERS BRASIL
Volta a faltar energia em bairros do Rio, diz Light
Rio - A Light, concessionária que fornece energia elétrica para parte do Rio de Janeiro, afirmou nesta quinta-feira que, por volta das 17h20, houve falta de luz no bairro Alto da Boa Vista, na Zona Norte.
De acordo com a concessionária, o problema é pontual e foi causado pelo mau tempo. Mais cedo, houve falta de luz também em Jacarepaguá, na Ilha do Governador, na Tijuca, em Botafogo, no Vidigal e em Ramos. Em todas essas regiões, a situação foi normalizada, segundo a Light.
Já a Ampla ainda está com diversas equipes nas ruas. Foram registradas quedas de luz em diversos pontos do estado. Segundo a empresa, os pontos mais atingidos pela interrupção de energia foram os municípios de Duque de Caxias, onde ainda há problemas, e a região de Itaipu, em Niterói, onde a luz já foi restabelecida.
Desde o início da semana, o Rio de Janeiro tem sofrido com problemas no fornecimento de energia elétrica. Na noite desta quarta-feira, por conta de uma forte chuva, trechos de mais de dez bairros apresentaram problemas.
A região que compreende os bairros do Leblon e de Ipanema, na Zona Sul, ficou sem luz devido a um defeito no sistema subterrâneo causado por uma falha em três dos oito cabos do sistema.
Com informações da Agência Brasil
O DIA ONLINE
Terceirizados da Coelba param depois de assassinato de colega em Narandiba em Salvador
Funcionários da empresa SMA, terceirizada da Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia (Coelba), paralisaram as atividades nesta quinta-feira, 26, depois que um colega de trabalho foi morto no bairro de Narandiba, próximo do Hospital Juliano Moreira.
Membros do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria da Construção e de Madeira da Bahia (Sintracom) se reúnem nesta tarde na sede da Coelba para reivindicar mais segurança aos funcionários.
Segundo o diretor de assuntos jurídicos do Sintracom, Amilton Otávio, os trabalhadores que realizam a inspeção de ligações clandestinas sofrem ameças de morte constantes em bairros periféricos. "Somos confundidos com policiais, que usam nosso fardamento para fazer investigações", afirma.
Em toda Bahia, são nove mil funcionários terceirizados da Coelba, sendo pelo menos 2.500 em Salvador distribuídos em quatro empresas.
Crime - Na manhã desta quinta, o funcionário Jairo Henrique de Jesus Santana, foi morto a tiros, no bairro de Narandiba, próximo do Hospital Juliano Moreira. A Polícia Militar foi acionada e encontrou o homem agonizando no local. Ele foi levado ao Hospital Roberto Santos, mas chegou sem vida.
A TARDE ONLINE
BBC afirma que não vai cobrar por conteúdo online
RIO DE JANEIRO (Da Redação), 26 de novembro - A BBC anunciou nesta semana que não vai cobrar por conteúdo noticioso online, apesar das acusações de James Murdoch, filho do magnata da mídia Rupert Murdoch, de que a empresa britânica estaria massacrando o mercado e impedindo os competidores de se expandirem no meio online. A informação é do Editors Weblog.
Michael Lyons, executivo de confiança da BBC, disse que a empresa não tem a intenção de acabar com seu comprometimento com o acesso livre a notícias online. As palavras parecem não ter agradado o CEO da News Corporation, que está atualmente liderando planos de cobrança de conteúdo online.
JORNALISTAS DA WEB
Soldier number 28 dies in Afghanistan
Another Danish soldier has been killed in action in Afghanistan by an explosion while on foot patrol
A 23-year-old soldier has become the 28th Danish casualty as he was killed by an explosive device while on foot patrol in Afghanistan early yesterday morning.
The unnamed soldier was part of a scouting unit that was patrolling near the Patrol Base Barakzai in the Southern Helmand province when he was injured.
He was taken to the nearest field hospital but pronounced dead on arrival.
‘It’s tragic that one of our soldiers died this morning of injuries sustained in an explosion that hit him as he was carrying out his mission in Helmand,’ said Major General Niels Bundsgaard.
THE COPENHAGEN POST
Google's web analysis tools face German scrutiny
Google is once again facing the possibility that it could run afoul of Germany's strict privacy laws. The culprit this time? The web analysis tools of the US internet giant and other firms
A group of state and federal data protection experts is meeting on Thursday and Friday to discuss whether the use of informational tools such as Google Analytics are legal according to German law.
The weekly newspaper Die Zeit reported that the authorities are looking into ways of discouraging German websites from using Google Analytics, including penalties if necessary.
“We only heard from a third party that they would be meeting this week and want to come up with a resolution in terms of all web analytics and web tracking software,” Google Germany’s spokesperson Kay Oberbeck told The Local on Thursday.
“They are not singling out Google Analytics, but are looking at a general resolution on all the big players in the market”.
The authorities fear that Google and other internet companies could compile profiles of millions of web users, detailing their interests, habits, consumer behaviours, as well as political and sexual preferences, Die Zeit reported. The paper added that what makes privacy experts nervous is the possibility that this data could be combined with fundamentally personal details such as addresses, bank account numbers and health insurance details.
Along with officials from Berlin, Hamburg, and Bavaria, the ULD, an independent centre for data protection in Schleswig-Holstein is expected to attend the talks. The organisation argues such web analysis is illegal and that internet users should have the option to “opt out” of observation by tracking tools.
“Without this opt-out option, it won’t work,” ULD head Marit Hansen told Die Zeit.
Meanwhile Stuttgart data privacy lawyer Carsten Ulbricht told the paper that such data analysis without user permission violated the country’s telecommunications law, which could mean that fines of up to €50,000 apply.
But Google is confident that its Analytics tools remain within European Unionprivacy laws and Oberbeck told The Local the program only aggregates anonymous user information.
“We have signed on to the Safe Harbour contract between the US and the EU, which complies with the EU’s personal data laws,” he said.
Furthermore the “opt-out” option is unnecessary, because Google Analytics requires all sites that use it to disclose this on their privacy policies and users can choose to reject the cookies it sends via their web browser, he added.
“What may come out of the meeting is subject to speculation,” Oberbeck said. “We don’t know if they will do anything or not”.
THE LOCAL GERMANY
Reconhecer eleições em Honduras seria legitimar golpe, diz Amorim
Paulo Cabral
Enviado especial da BBC Brasil a Manaus
O ministro de Relações Exteriores, Celso Amorim, confirmou nesta quinta-feira em Manaus que o Brasil "não vai reconhecer" as eleições de Honduras, marcadas para este domingo
"Um golpe de Estado não pode ser legitimado", disse Amorim, referindo-se à realização do pleito sem que o presidente deposto de Honduras, Manuel Zelaya, tenha sido reconduzido antes ao seu posto.
O ministro afirmou que, embora a posição brasileira seja oposta à dos Estados Unidos nesta questão, não há um confronto entre os dois países.
O governo dos Estados Unidos defende que o reconhecimento do resultado das eleições presidenciais em Honduras pode ajudar a colocar um fim à crise política que se instalou no país desde a deposição de Zelaya, em 28 de junho.
"Certamente no princípio os americanos também condenam o golpe, mas talvez por termos (na América Latina) sofrido na pele com golpes, seja diferente", disse Amorim.
'Branqueamento'
Também em Manaus, o assessor especial da Presidência para Assuntos Internacionais, Marco Aurélio Garcia, afirmou nesta quinta-feira que a solução defendida pelos Estados Unidos para crise em Honduras representa o "branqueamento" de um "golpe de Estado preventivo".
"Não se deveria reconhecer como legítima (a eleição de domingo) porque isso seria uma tentativa de branqueamento de um golpe de Estado. E, para nós, isto é algo extremamente grave, sobretudo se vem acompanhada da ideia de um golpe preventivo", disse Garcia.
"O Brasil não vai legitimar o branqueamento de um golpe".
"Se a comunidade internacional e Honduras querem legitimar estas eleições, vão ser responsabilizadas, no mínimo, pelo que vier a acontecer em Honduras. Podemos ter um longo período de instabilidade num Estado que era 'tranquilinho'", afirmou.
'Divergência'
Marco Aurélio Garcia mostrou a mesma posição de Amorim e negou que haja "crise" ou "confronto" entre os governos do Brasil e dos Estados Unidos.
"O que há são divergências em alguns pontos, como nesta questão de Honduras", disse.
Ele ressaltou que não vê muitas possibilidades de Brasil e Estados Unidos afinarem suas posições em relação ao país-centro americano. "O tempo agora está contra nós", disse.
Amorim e Garcia estão acompanhando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em Manaus na Cúpula dos Países Amazônicos e França, que discute uma posição comum para a conferência da ONU sobre clima, que acontece em Copenhague, na Dinamarca, entre 7 e 18 de dezembro.
Dos oito chefes de Estados convidados por Lula para a cúpula de Manaus, no entanto, estarão presentes no encontro apenas o líder da Guiana, Bharrat Jagdeo, e o francês Nicolas Sarkozy.
Sobre a Cúpula, Amorim relativizou a ausência dos presidentes convidados.
"Se não fosse pela iniciativa do presidente Lula, nem essa reunião de ministros teríamos aqui", disse.
"Todos os que estão aqui são representantes plenipotenciários de seus países, então não há esvaziamento da reunião", disse.
BBC BRASIL
Geisy Arruda presta depoimento na Delegacia da Mulher
Portal Terra
SÃO BERNARDO DO CAMPO - A aluna da Universidade Bandeirantes de São Paulo (Uniban), em São Bernardo do Campo, Geisy Arruda, que foi hostilizada por colegas por usar um vestido considerado curto, presta depoimento da tarde desta quinta-feira na Delegacia da Mulher. Segundo informações da polícia, o relato de Geisy teve início às 13h30 e não há previsão para o encerramento.
Na quarta-feira, a estudante, 22 anos, afirmou que desistiu de estudar na universidade. Ela disse que seus advogados estudam o que fazer para que ela tenha os valores da mensalidade devolvidos durante o período que não pode estudar após ser xingada pelo vestido que usava.
"Não quero mais estudar lá (Uniban), não tem mais jeito. Vou apenas tentar fechar esse ano para ir para outra faculdade ano que vem", disse. "Meus advogados estão trabalhando para encontrar uma forma para que os valores pagos nas mensalidades sejam ressarcidos", afirmou.
O caso
No dia 22 de outubro, Geisy precisou sair do campus de São Bernardo do Campo da Uniban escoltada pela polícia após ser insultada em razão do vestido que usava. As imagens da confusão foram gravadas por universitários e postadas no site YouTube no mesmo dia.
Desde o ocorrido, a estudante não voltou mais à universidade. Ao anunciar a expulsão, a Uniban informou, em um comunicado publicado em jornais paulistas, que a decisão foi tomada "em razão do flagrante desrespeito aos princípios éticos da dignidade acadêmica e à moralidade".
JB ONLINE
A eleição no PT e a de 2010
Eleito por ampla maioria para assumir a presidência do PT em fevereiro próximo, o ex-senador por Sergipe e ex-presidente da Petrobrás José Eduardo Dutra começou ontem mesmo a conversar com as caciquías do PMDB a fim de preparar o terreno para a coligação eleitoral em torno da candidatura da ministra Dilma Rousseff. É o "projeto nacional" em que o presidente Lula vem se empenhando desde a primeira hora e pelo qual já deixou claro que paga qualquer preço - como o apoio incondicional ao oligarca José Sarney na crise do Senado. A meta de Lula esbarra na resistência petista em Estados críticos, como Rio de Janeiro, Minas Gerais e Bahia, a abrir mão de candidatos próprios aos governos locais, para acomodar o voraz aliado.
Domingo, quando foi votar na eleição interna do seu partido, ao lado de Dilma, Lula pareceu se resignar à eventualidade de PT e PMDB competirem no plano estadual, desde que se unam no apoio à sua candidata. "Não tenho mais ilusão quando se trata das disputas locais", disse. "O importante é que se houver divergência na base aliada nos Estados, isso não seja impeditivo para a ministra Dilma ter dois ou mais candidatos". Mas é ilusório imaginar que o presidente de facto do PT tenha jogado a toalha, como entendeu o protocandidato da legenda ao governo do Rio, Lindberg Farias. "Acho que caiu a ficha", festejou. Na realidade, o que Lula fez foi repreender duramente os companheiros insubmissos.
"Por mais que a gente oriente as pessoas que o que deve prevalecer é um projeto nacional, normalmente o que tem acontecido é que cada um olha para o seu umbigo e prevalecem as questões dos Estados", criticou. Prevalecem porque, na Federação brasileira, o patrimônio político dos partidos se constrói com os votos obtidos na esfera estadual. Já o PT se ergueu sobre o carisma da figura do seu presidenciável perpétuo Lula da Silva. Sem ele, a sua estratégia para se tornar uma força política no País dificilmente vingaria. A ausência do seu nome na tela das urnas eletrônicas de 2010, pela primeira vez, decerto incentiva voos próprios petistas em Estados onde a sigla é competitiva (o que, por sinal, não é o caso do Rio), rivalizando com o PMDB.
Mas o fato novo não priva o mais popular dos presidentes brasileiros da liderança, influência e dos instrumentos de pressão para enquadrar uma parcela provavelmente substancial dos que contemplam antes o próprio umbigo do que o imperativo categórico de adquirir a adesão maciça do PMDB a Dilma Rousseff. Esse é o inescapável ponto de partida para a análise do processo eleitoral petista e para eventuais prognósticos sobre a conduta da agremiação que deve praticamente tudo ao seu primeiro-companheiro - cujo projeto aliancista, aliás, prevaleceu em 16 dos Estados onde os novos diretórios foram eleitos em primeiro turno. O vitorioso José Eduardo Dutra, endossado por Lula, foi lançado pelo "centrão" do partido, a facção hegemônica Construindo um Novo Brasil, fidelíssima ao presidente, oriunda do antigo Campo Majoritário organizado por José Dirceu.
Principal operador de Lula, primeiro no partido, depois no governo, ele tem dedicado boa parte do seu tempo literalmente valioso articulando a união PT-PMDB por Dilma. Eleito para as instâncias dirigentes da legenda na chapa vencedora, passará a ter uma "atuação institucional" nesse sentido, antecipa Dutra, para assegurar a primazia da estratégia nacional sobre a lógica regional, como diz. Dirceu amargou um período de ostracismo institucional na sigla por causa do escândalo do mensalão que também o fez perder a Casa Civil e o mandato parlamentar. Mas o passado passa depressa no PT. Além dele, três outros envolvidos no caso, os deputados José Genoino, José Mentor e João Paulo Cunha - e ainda José Nobre Guimarães, o dos dólares na cueca -, encorpavam a chapa dominante.
Ao reabilitá-los, o partido como que se antecipou ao veredicto do Supremo Tribunal Federal, onde respondem a processo. Nada a estranhar. O mensalão, decretou Lula, nem mais "erro" foi. Semanas atrás, numa entrevista, ele afirmou que a documentada compra de votos no Congresso, que abalou o seu primeiro mandato, foi "uma tentativa de golpe", "a maior armação já feita contra um governo". Era o que faltava para o PT "parar de ficar ajoelhado no milho", como diria a ex-prefeita Marta Suplicy.
ESTADÃO
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